
-Traga-me um fruto daquela figueira.
-Eis, venerável Senhor.
-Parta-o.
-Está partido, venerável Senhor.
-O que vê nele?
-Estas sementes minúsculas.
-Parta uma delas, meu filho.
-Está partida, venerável Senhor.
-O que você vê ai?
-Absolutamente nada, venerável Senhor.
O pai disse:
-“Essa essência sutil, meu caro, que você não percebe aí – é a verdadeira essência que dá origem a essa grande figueira- nela, tudo o que existe possui seu próprio Eu. Isso é a Verdade. Isso é o Eu. Tu és isso, Svetaketu”
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